DRYTOWET-AMC

6.

Relações entre os subgrupos (SG)

 
SG1. Proc. de solo, veget. e interação da superf. com a atmosfera
Este SG tem forte interação com o SG8 na parte de modelagem dos pro-cessos de superfície e vegetação e assim como utiliza condições determinadas no SG3 para caracterizar a influência atmosférica nos balanços de superfície.

 
SG2. Efeitos dos aerossóis na transferência radiativa na atmosfera
Por um lado, este SG deve proporcionar medições de irradiância à superfí-cie, colaborando com o esforço desenvolvido no SG1 sobre floresta e sobre pastagem. Este SG será um dos usuários dos perfis termodinâmicos obtidos mediante radio-sondagem, tanto na análise de perfis de concentração de partí-culas obtidos com aeronave, quanto na modelagem da transferência radiativa na atmosfera. Por fim, este SG deverá colaborar estreitamente com o SG8, no teste de hipóteses a respeito do papel do aerossol em diversos processos at-mosféricos (estabilidade atmosférica, etc).

 
SG3. Evolução da camada limite planetária na transição da estação se-ca para a chuvosa
Os dados obtidos pelo SG1 são usados na análise da evoluçãp da CLP. Por outro lado, as próprias características da CLP também influenciam os fluxos de superfície. O efeito dos aerossóis medidos pelo SG2 e pelo SG5 determinam umamudança no balanço de enrgia em superfície podendo alterar a evolução da CLP e a evolução da convecção estudada pelo SG4. Episódios eventuais the intrusão de ar frio e seu efeito na CLP serão analisados em conjunto com o SG6. Os dados obtidos por este SG serão extensivamente usados pelo SG87 e pelo SG8.

 
SG4. Características espaciais e temporais da convecção e processos termodinâmicos associados
Este SG tem forte interação com o SG3 e participará no lançamento de ra-diossondas e no controle de qualidade dos dados de radiossonda. A interação com o SG5 também é importante pois os dois SG enfocam a convecção sob dois pontos de vista. Em particular a atividade elétrica pode estar associada a características microfísicas. A interação com o SG6 envolve o estudo de dife-rentes organizações da convecção em função de diferentes situações de gran-de escala.

 
SG5. Processos dinâmicos e microfísicos da convecção e o efeito dos aerossóis
O SG5 tem fortes interações com o SG2, SG4 e SG8. Basicamente o levan-tamento de aerossóis e CCN interessa tanto do ponto de vista da transferência de radiação na atmosfera como do ponto de vista da formação de nuvens. Ain-da, a integração desses aspectos será feita através do SG8 A caracterização do ambiente dos sistemas convectivos será feita em conjunto com o SG3 e SG4 com as condições de contorno dadas pelo SG1.

 
SG6. Intercâmbios de massas de ar e influências na precipitação em grande escala na estação de transição
A interação com o SG3 será na análise dos perfis termodinâmicos e no seu papel no início da estação chuvosa. A análise do efeito dos oceanos tropicais e outras influências remotas no início da estação chuvosa será feita em colabo-ração com o SG7. A análise da capacidade dos modelos em reproduzir o início da estação chuvosa, as características dos LLJ e as intrusões de ar frio serão analisadas em colaboração com o SG8.

 
SG7. Teleconexões atmosféricas na estação de transição
A interação com o SG6 está baseada no efeito dos cavados e cristas de al-tos níveis, tipicamente um fenomeno de latitudes médias, nas regiões tropi-cais. As interações trópicos e extratrópicos incluem a propagação de ondas de Rossby e podem auxiliar na explicação de características como as incrusões de ar frio e a variabilidade intrasazonal. Com o SG8 o foco será na capacidade de modelos globais em reproduzir as características de variabilidade intrasazonal e as mudanças de circulação associadas ao fim da esação seca e início da esta-ção chuvosa. Os perfis the aquecimento convectivo serão obtidos em colabora-ção com o SG4 e usados para estudas os padrões de teleconexões associados.

 
SG8. Modelagem do sistema físico integrado
A característica básica deste SG8 é a integração de resultados obtidos tanto do ponto de vista observacional como do ponto de vista de modelagem pelos demais subgrupos.

 

 
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5. Sítios Experimentais e Instrumentos